Se eu comprar um cemitério, as pessoas param de morrer.
Tenho azar no amor e sorte no azar.
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A sorte de quem trabalha é diretamente proporcional ao azar do preguiçoso.
O cúmulo do azar é ser atropelado por um carro da funerária.
E aí sorte, quanto tempo né?
Tão azarado que se comprar um circo o anão cresce.
Por onde andam aqueles pedidos que a gente fez quando assoprou a velinha no aniversário, e que nunca se realizaram?