A ação segue o pensamento como a roda do carro segue o casco do boi.
As alegrias que brotam dos sentidos são fontes certas de aflição.
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Os homens decaem ou engrandecem-se pelos seus próprios atos.
A mente jungida aos sentidos vê romper-se o seu leme da sabedoria, tal qual uma nau na tormenta deriva para o naufrágio e morte.
A velhice começa quando as lembranças são mais fortes que a esperança.
Só é sábio o homem que se mantém senhor de si mesmo.
Sábio é o homem que, em todas as atividades, está isento das aguilhoadas do desejo e tem os seus atos purificados pelo fogo da verdade.