Sábio é o homem que, em todas as atividades, está isento das aguilhoadas do desejo e tem os seus atos purificados pelo fogo da verdade.
A mente jungida aos sentidos vê romper-se o seu leme da sabedoria, tal qual uma nau na tormenta deriva para o naufrágio e morte.
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Aquele que, com corpo robusto ao serviço da mente, dedica os seus poderes mortais ao trabalho honesto, sem buscar lucros, esse é um homem respeitável.
Os homens decaem ou engrandecem-se pelos seus próprios atos.
A morte, que há-de vir para todos, chegará nobremente se dermos as nossas posses e a nossa vida para ajudar os homens a viverem.
As alegrias que brotam dos sentidos são fontes certas de aflição.
Quem executa, diligente, contente, o trabalho que lhe foi atribuído, qualquer que seja, encaminha-se para a perfeição.