As nossas únicas verdades são as nossas dores.
Não se tem razão quando se diz que o tempo cura tudo: de repente, as velhas dores tornam-se lancinantes e só morrem com o homem.
Quando o desamor chega, os olhos não conseguem disfarçar.
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Silêncio, prova eloquente de desdém, de desamor. Quem ama faz-se presente, numa carta, numa flor.
As dores de amor são inevitáveis.
Desapego não é sinônimo de desamor.
Ninguém sofre por amor, a causa desse sofrimento é justamente o desamor.