Logo eu, que sempre fui flor, a vida quis me fazer de espinho.
Quis fazer da minha vida um inferno? Logo eu, o satanás.
Quis me iludir? Logo eu, pote de sorvete com feijão.
Tentou me enrolar? Logo eu, o fone de ouvido.
Quis bancar o sensitivo pra cima de mim? Logo eu, o pisciano.
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Quis ser seco comigo? Logo eu, dona do deserto.
Logo eu, que não gostava de nada, gostei tanto de você.