A FLOR E O POETA
A FLOR E O POETA
Do teu corpo caído fosse à porta,
Do amor que figura o coração perdido.
Do teu corpo fosse o bem sentido,
Da paixão que perdura a rosa morta.
De o teu semblante o versar suporta,
Em palavras belas o ardor vencido…
Do teu jardim não fora esquecido,
O perfume doce que em mim conforta.
E sepulcros contam a nossa história…
Que ao renascer, traduzem em memória:
Almas benditas e de sonhos infinitos…
Que de esperança o nosso amor fereza!
Que dos caminhos, somos a leveza,
Que das ardências nos já somos mitos…
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As minhas mãos,
Que percorrem o teu corpo,
São o vento que viaja
Por montes e vales,
Em busca de um lugar
Para ficar
Longe de todos os males.
‘São florais capitais
‘São florais capitais, as curvas e silhuetas do teu corpo, me deixam torto, torpo .. O todo.
Já é verão nessa versão do nosso íntimo inviolável, da alma boa que esquenta.
Sobre ela paraíso…
Te desenhei em meus sonhos delineei cada curva do teu corpo pintei seu olhar azul clarinho e fiquei a admirar-te um bocadinho
Te desenhei em meus sonhos
delineei cada curva do teu corpo
pintei seu olhar azul clarinho
e fiquei a admirar-te um bocadinho
Seus cabelos esvoaçantes
carestia benigna
(…Continue Lendo…)