Frases de Luis de Camões
Luís Vaz de Camões foi um poeta nacional de Portugal, considerado uma das maiores figuras da literatura lusófona e um dos grandes poetas da tradição ocidental. Pouco se sabe com certeza sobre a sua vida. Aparentemente nasceu em Lisboa, de uma família da pequena nobreza.
5.0KExtremos são de amor os que padeço, Ó humano tesouro, ó doce glória; E se cuido que acabo então começo.
Extremos são de amor os que padeço,
Ó humano tesouro, ó doce glória;
E se cuido que acabo então começo.
Assim te trago sempre na memória;
Nem sei se vivo, ou morro, mas conheço…
De quantas graças tinha, a Natureza
De quantas graças tinha, a Natureza
Fez um belo e riquíssimo tesouro,
E com rubis e rosas, neve e ouro,
Formou sublime e angélica beleza.
Pôs na boca os rubis, e na pureza
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O tempo cobre o chão de verde manto
O tempo cobre o chão de verde manto, que já coberto de neve fria, e em mim converte em choro um doce canto. E afora este mudar-se a cada dia, outra mudança faz de mor espanto: Que não se muda já como soia.
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Estando em terra
Estando em terra, chego ao Céu voando;
Numa hora acho mil anos, e é de jeito
que em mil anos não posso achar um'hora.
Fogo e ferida
O amor é fogo que arde sem se ver. É ferida que dói e não se sente.
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Aqui é onde acaba a terra e começa o mar
Aqui é onde acaba a terra e começa o mar.
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(…) Que dias há que na alma me tem posto
Um não sei quê, que nasce não sei onde,
Vem não sei como, e dói não sei porquê.
É covardia ser leão entre ovelhas
É covardia ser leão entre ovelhas.
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A verdadeira afeição na longa ausência se prova
A verdadeira afeição na longa ausência se prova.
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Verdadeiro valor não dão à gente
Verdadeiro valor não dão à gente;
Essas honras vãs, esse ouro puro
melhor é merecê-los sem os ter
que possuí-los sem os merecer.
Busque Amor novas artes, novo engenho, para matar me, e novas esquivanças; que não pode tirar me as esperanças, que mal me tirará o que eu não tenho.
Busque Amor novas artes, novo engenho,
para matar me, e novas esquivanças;
que não pode tirar me as esperanças,
que mal me tirará o que eu não tenho.
Olhai de que esperanças me…
Ó glória de mandar
Ó glória de mandar! Ó vã cobiça
Desta vaidade a que chamamos fama!