que pode uma criatura senão
que pode uma criatura senão, entre criaturas, amar?
Amar e esquecer, Amar, desamar, amar?
Sempre, e até de olhos vidrados, amar?…
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A vontade de amar
A vontade de amar, que me paralisa o trabalho
[…]
E o hábito de sofrer, que tanto me diverte.
Se era tão sedosa e perfumada que tudo quanto houvera embriagasse
"Se era tão sedosa e perfumada
que tudo quanto houvera embriagasse,
É certo que era coisas de mulheres
e homens que a elas se entregassem".
As coisas tangíveis tornam-se insensíveis à palma da
As coisas tangíveis tornam-se insensíveis à palma da mão
Mas as coisas findas muito mais que lindas, essas ficarão.
Quando nasci, um anjo torto
Quando nasci, um anjo torto
desses que vivem na sombra
disse: Vai, Carlos! Ser ‘gauche’ na vida.
(Do poema "Sete Faces"/in: Alguma Poesia, 1930.)
Amor-próprio Ao contrário do amor, o amor-próprio não acaba nunca.
Amor-próprio
Ao contrário do amor,
o amor-próprio não acaba nunca.