Tu és a matéria plástica de meus versos
Tu és a matéria plástica de meus versos, querida…
Porque, afinal,
Eu nunca fiz meus versos propriamente a ti:
Eu sempre fiz versos de ti!
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Só molhe esse povo de alegria
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Eu não desisto do que eu quero
Mas não me desespero, te espero
Na tarde quente ou madrugada fria
Na tristeza ou na alegria
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moinho de versos
movido a vento
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vai vir o dia
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Lágrimas não derramadas
esperam em lagos pequenos?
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