quando ausente eu me fizer, e mesmo sozinho a morte vier, cantarei a meia noite em tons de saudades, daqueles momentos com sabor de eternidade.
quando ausente eu me fizer,
e mesmo sozinho a morte vier,
cantarei a meia noite em tons de saudades,
daqueles momentos com sabor de eternidade.
e os amigos são amigos para sempre,
mesmo que a dúvida meu ser atormente,
que desde a mocidade,
ainda tenho na vida, amigos de verdade.
Mensagens Relacionadas
POEIRAS DE MIM
POEIRAS DE MIM
"Oh, poeiras de mim
Se desvais do meu corpo
E me deixas assim.
Oh, brilho de mim
Se apagas de meu corpo
Me desmorono daqui.
Oh, grãos solitário…
A morte de um companheiro de estimação.
A morte de um companheiro de estimação.
A ficha não cai depressa
O fim é tão intenso, que não o sentimos.
A despedida sem se despedir, machuca.
Dizem que os seres sabem quando …
Triste soneto à morte prematura
Triste soneto à morte prematura.
Dirás que a vida cansa em amargura.
No coração digo antes…
Ferida rasgada de uma navalha.
Vai a vida, tão mal gasta…
Quando eu morrer, eu…
MADRUGADA DE JULHO DE 2015
MADRUGADA DE JULHO DE 2015
Nesta madrugada, o seu silêncio escreveu saudades e com ele sua morte trazia…
Acordaste do sonho da vida, e tuas lembranças, nós acolhia…
© Luciano Spagnol…