Lembro-te:
Lembro-te:
Saudade: - o choro de outrora chora
Rola no pranto aquele olhar certeiro
O teu cheiro, impregnado no roteiro
Das minhas lembranças, que evola…
Inquieto romance: - de muita parola
Do doce encontro, o nosso primeiro
Abraçar, cheio de sabor, por inteiro
Tudo neste duro poetar se desenrola
Acende um lembrar deste passado:
Quanto mais o tempo, e nele receio
Mais prazenteio de ter sido amado
Me vem a tua imagem sem rodeio
O teu triste olhar ali ao meu lado
Findo no curso, e não mais veio.
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Outubro de 2018
Cerrado goiano
Olavobilaquiando
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"Saudade do tempo em que ‘feridas’ se tratavam com Band-aid e beijinhos. Nada melhor que ser apenas uma criança correndo sem rumos, brincando e moldando fantasias infantis."
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-Aline Lopes
A dor da tua ausência virou saudade
A dor da tua ausência virou saudade,
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silenciosas lembranças que o tempo
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O que a Lua me conta…
O que a Lua me conta…
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Mar de saudade
Mar de saudade
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