Contigo eu fico É jamais do negror deste palácio
"Contigo eu fico
É jamais do negror deste palácio hei de partir
Aqui.
Aqui sempre estarei…
Com seus criados vermes…
Aqui mesmo eu hei de repousar para todo o sempre.
É libertar da maldição dos astros a carne exausta
Olhos.
Um último olhar…
Braços.
Um último abraço…
É vós o lábios, portal do alento
Selai com este beijo o pacto eterno com a morte insaciável.
Venha meu caminho amargo
Venha insonso guia
Piloto insano atira neste instante
Contra as rochas a barca desgastada
Um brinde ao meu amor."
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