Me pergunto como pude sucumbir nesta vertigem que
Me pergunto como pude sucumbir nesta vertigem que eu mesmo provocava e temia.
Flutuava entre nuvens erráticas e falava sozinho diante do espelho com a vã ilusão de averiguar quem sou.
Era tal meu desvario, que em uma manifestação estudantil com pedras e garrafas tive que buscar forças na fraqueza para não me colocar na frente de todos com um letreiro que consagrasse minha verdade: Estou louco de amor.
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Quase certo, deitava-me em teu divã
para confabular as minhas queixas
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De: mim, Para: Eu mesmo!
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(…Continue Lendo…)
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Eu não tenho um DEUS e sim um ombro amigo!
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