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Escrevi uma vez que era um cético que só acreditava no que pudesse tocar: não acreditava na Luiza Brunet, por exemplo.
Cruzei com a Luiza Brunet num dos camarotes deste Carnaval.
Ela me cobrou a frase, e disse que eu podia tocá-la para me convencer da sua existência.
Toquei-a.
Não me convenci.
Não pode existir mulher tão bonita e tão simpática ao mesmo tempo.
Vou precisar de mais provas.
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