Num estalar de dedo
Num estalar de dedo
Quem me dera se num estalar de dedo
Eu pudesse alterar todo o enredo
E a juventude assim não terminasse tão cedo
Quem me dera se num estalar de dedo
Eu descobrisse o mais guardado segredo
Que me fizesse encarar qualquer que fosse o medo
Quem me dera se num estalar de dedo
Toda arma fosse um mero brinquedo
Nossas guerras se tornassem o tão desejável sossego
Quem me dera se num estalar de dedo
Eu acordasse sempre ao som do passaredo
E cada noite fosse estrelada como as noites de Penedo
Quem me dera se num estalar de dedo
Já não me importasse se às vezes excedo
Se a pressão do dia-a-dia me fizessem um rochedo
Quem me dera se num estalar de dedo
O caminho pelo que me enveredo
Jamais fosse o mesmo pelo qual retrocedo
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