Andamos pelo mundo Experimentando a morte Dos brancos
Andamos pelo mundo
Experimentando a morte
Dos brancos cabelos das palavras
Atravessamos a vida com o nome do medo
E o consolo dalgum vinho que nos sustém
A urgência de escrever
Não se sabe para quem
E ao acordar… a incoerente cidade odeia
Quem deveria amar
O tempo escoa-se na música silente deste mar
Ah meu amigo… como invejo essa tarde de fogo
Em que apetecia morrer e voltar
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