A platéia se queixa Cadê a moça
A platéia se queixa
Cadê a moça, cadê a moça?
A platéia é a vida e a vida se esgota, eu me sinto agora, somente minha e de mais ninguém.
A noite se cala e apenas eu vejo, e reparo que a minha carência é egoísta.
O silêncio transita por esta sala que cheira a cigarro, todos que passam por aqui sente vontade de se calar.
O que acontece agora nas montanhas do meu íntimo? O que falam de mim pela noite?
Nas ruas que forcei falatórios, fugi da obrigação e dispensei o apropriado.
A minha letra torta se dispõe ao passado.
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