O Amor – Poesia futurista
O Amor – Poesia futurista
A Dona Branca Clara
Tome-se duas dúzias de beijocas
Acrescente-se uma dose de manteiga do Desejo
Adicione-se três gramas de polvilho de Ciúme
Deite-se quatro colheres de açucar da Melancolia
Coloque-se dois ovos
Agite-se com o braço da Fatalidade
E dê de duas em duas horas marcadas
No relógio de um ponteiro só!
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Não devemos servir de exemplo a ninguém
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Relógio
Relógio
"As coisas são
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Poema da cachoeira
Poema da cachoeira
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Toda de pedra furadinha
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Trabalhando
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Ativo passivo
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Quanta honra ouvir Manuel Bandeira
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