De uma cantante alegria onde riem-se as alvas
De uma cantante alegria onde riem-se as alvas uiaras
Te olho como se deve olhar, contemplação,
E a lâmina que a luz tauxia de indolências
É toda um esplendor de ti, riso escolhido no céu.
Assim.
Que jamais um pudor te humanize.
É feliz
Deixar que o meu olhar te conceda o que é teu,
Carne que é flor de girassol! sombra de anil!
Eu encontro em mim mesmo uma espécie de abril
Em que se espalha o teu sinal, suave, perpetuamente.
Mensagens Relacionadas
Fim e começo
Fim e começo
A noite caiu com licença da Câmara
Se a noite não caíse
Que seriam dos lampiões?
Relógio
Relógio
"As coisas são
As coisas vêm
As coisas vão
As coisas vão e vêm
As horas
Vão e vêm
Não em vão"
Poema da cachoeira
Poema da cachoeira
É a mesma estação rente do trem
Toda de pedra furadinha
Meu pai morou alguns anos aqui
Trabalhando
Um dia liquidou
Ativo passivo
Cinco gali…
O Amor – Poesia futurista
O Amor – Poesia futurista
A Dona Branca Clara
Tome-se duas dúzias de beijocas
Acrescente-se uma dose de manteiga do Desejo
Adicione-se três gramas de polvilho de Ciúme
De…
Tenho a felicidade de escrever os meus melhores versos
Tenho a felicidade de escrever os meus melhores versos. Melhor do que isso não posso fazer.
#andrade#bonitas#mario#poemas#mariodeandrade#modernismoNão devemos servir de exemplo a ninguém Mas podemos
Não devemos servir de exemplo a ninguém
Mas podemos servir de lição
Já dizia Mário de Andrade
é só aprendermos
a observar os sinais
do universo
da linguagem
d…