Incógnita de: José Ricardo de Matos Pereira
Incógnita
de: José Ricardo de Matos Pereira
Sempre quando o vulto do desejo paralisa alguns sentidos,
quando a seiva afoga na face a pretensão, e,
o, sentir escorrer pela pele saberás que ainda penso em ti,
que sua voz açoita, a solidão e
teu sorriso me faz abrir os olhos para um novo dia…
Te amo em devaneios…
Te amo acordado…
Te amo apenas por existir:
fagulhas de meu sentimento…
O verbo amar me consumir…!
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Noite de lua
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Acredito que tudo
Acredito que tudo.
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O Poema da Pétala no Vento
Uma pétala que cai no vento
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Sim
Sim,
me apego fácil .
E, … Sofro para desapegar .
Mas tenha certeza de uma coisa,
quando desapego, é para sempre!
É, até onde sei, uma pessoa só é válida se possuir bens, caso contrário, sinta-se rejeitado. Porque no mundo de hoje ➡DINHEIRO⬅ é poder.
Triste, mas é verdade.
O poeta que faz poesias
O poeta que faz poesias
Recrio sentimentos,
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Sobre um papel…
Construo frases frias, quentes…
Amargas doces…<…