NOTURNOS
NOTURNOS
Suavizei teu nome em tempos de jardins
Enquanto teus tempos queriam me esvair
E incluir em sonhos do que tentava ser
Em repousos noturnos
Que escapavam de seres infelizes
E nas terças de terços intensos
De vinhos baratos, de copos pequenos
A gente se abraçava
E sorria da tristeza
Transformando conhaques em fluídos ardentes…
(eduardo pinter - 24 mai 1998)
Mensagens Relacionadas
Ela pode até perdoar
Ela pode até perdoar.
Mas meu caro,
vou logo te avisando,
nem perca seu tempo
tentando reconquista-la.
Moça
Moça…
A sensualidade de uma mulher não se mede pelo que ela mostra, mas ao que ela sabe mostrar!
Poesia da fria morte
A morte
fria
deixa quente
a sensação de vazio
que toma conta
de quem fica
de quem parte
para parte alguma
de quem com a vida
se revolta
e re…
Não costumo ler livros
Não costumo ler livros.
já sou um livro aberto
pra qualquer pensamento que
queira pousar em mim e fazer moradia.
TENHO MEDO
TENHO MEDO
Tenho
Medo de amanhã não florescer…
Não perfumar…
Não encantar…
Mais tenho mais medo
É de nunca ter feito nada nessa vida.
Por isso faço o necessár…
Caminhos (Walmir Palma)
Caminhos (Walmir Palma)
Há o de ida.
Sabe- se o que se quer.
Quando o verbo é ir, ficar não releva.
O de volta,
É o que se colhe na busca
Compreender a espera.
(…Continue Lendo…)