Nas travessas de trancos barrancos homogêneos eu vi
Nas travessas de trancos barrancos homogêneos eu vi minhas quimeras decadentes aos pares se afogando em diversos bares.
#augusto#poemas#augustodosanjos#anjos 265Mensagens Relacionadas
Volúpia imortal
Volúpia imortal
Cuidas que o genesíaco prazer,
Fome do átomo e eurítmico transporte
De todas as moléculas, aborte
Na hora em que a nossa carne apodrecer?!
Não! Essa luz …
O Bandolim
O Bandolim
Cantas, soluças, bandolim do Fado
E de Saudade o peito meu transbordas;
Choras, e eu julgo que nas tuas cordas,
Choram todas as cordas do Passado!
Guardas a a…
Noite
Noite. Da Mágoa o espírito noctâmbulo
Passou de certo por aqui chorando!
Assim, em mágoa, eu também vou passando
Sonâmbulo… sonâmbulo… sonâmbulo…
Vencido
Vencido
No auge de atordoadora e ávida sanha
Leu tudo, desde o mais prístino mito,
Por exemplo: o do boi Ápis do Egito
Ao velho Niebelungen da Alemanha.
Acometido de uma …
Como dizia o poeta
Como dizia o poeta:
A mão que afaga é a mesma que apedreja.
cuidado com quem andas!
ALUCINAÇÃO À BEIRA-MAR
ALUCINAÇÃO À BEIRA-MAR
Um medo de morrer meus pés esfriava.
Noite alta. Ante o telúrico recorte,
Na diuturna discórdia, a equórea coorte
Atordoadoramente ribombava!
Eu, …