Ó! delicados!
Vós que pousai o amor sobre ternos violinos ou,
grosseiros que o pousais sobre os metais!
Vós outros não podeis fazer como eu,
virar-vos pelo avesso
e ser todo lábios!

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Eu

Eu
Nas calçadas pisadas
de minha alma
passadas de loucos estalam
calcâneos de frases ásperas
Onde
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esganam cidades
e em nós de nuvens coagulam
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