VOO PARA O DECLÍNIO
VOO PARA O DECLÍNIO
O anjo caído está com artrose,
No cérebro um vaso com estenose
Na esquina o crack é a maçã,
Que tira dos lares o amanhã.
Não há Evas peladas do paraíso,
Como ninguém mais tem juízo.
Penas sem brilho na sarjeta,
Para o céu vou de lambreta,
Pois alcoolizados avançam o sinal
Para a família não faz mal.
O anjo caído hoje é um santo
Assando churrasco no seu canto.
“Cachorras” sem calcinha na dança
Daqui a pouco estarão com pança;
Coitado desse novo rebento
Que cairá na vida a qualquer momento.
O bonito mesmo está na novela,
Ou na fofoca feita de uma janela.
E o anjo caído perdeu a vez para o humano
Ser mesquinho talvez louco e insano
O anjo caído quer cuidar da sua casa
Antes que o humano invada lá destruído a ultima brasa.
André Zanarella 23-09-2012
recantodasletras.com.br/poesias/4483618
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