De que te admiras tanto olhando para o céu?
De que te admiras tanto olhando para o céu?
O calor bancando o teimoso insistente, quer ficar por mais um mês passageiro, por mais um que me cansa e me tira do sério, com esse tempo tudo em mim ferve.
Adeus tranqüilidade! Ah, e a pergunta? Que se dane..
e que se dane se falo numa linguagem incapaz de compreender, isso me causa tédio.
Eu nem preciso negar, porque aquela pergunta era repetida várias vezes durante o dia, mas no fundo, era uma busca por respostas para todas as minhas dúvidas.
Todas que me perturbam até hoje.
E Provavelmente, eu as encontre, provavelmente sim.
E se constantemente isso se repete é porque de alguma maneira entre aquelas nuvens embaçadas, que se confundem por entre cores brilhantes e ao mesmo tempo ofuscada, posso de uma forma ou outra, encontrar o que estava perdido em mim: o amor!
Ah, o amor.
Então, me deixe ir…
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