O crânio do operário estava todo esfacelado
"O crânio do operário estava todo esfacelado, seu rosto absolutamente irreconhecível.
(…)
– Mandem tocar de novo as máquinas – disse o gerente.
– Não podemos ficar parados.
Tempo é ouro.
Ouro… Por que era que os homens não se esqueciam nunca do ouro? Ouro lhe lembrava outra palavra: sangue.
Tempo também era sangue.
Ouro se fazia com sangue."
(Olhai os lírios do campo)
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