De longe minha alma faminta gloriosamente perdida…
De longe minha alma faminta
gloriosamente perdida…
como sempre o terror
entre um mundo outro
a luz folgaz entre o ardi o
celebre ar frio
de cada fagulha perdida
em cantos no maior primor…
de uma dança sentida…
selada em pontos de silencio
em vetores estranhos…
purpura como uma canção
que vem com vento
em sonhos terás a alegrias
no manto de muitas luas
entre trevas dos quais sonhos
caminham em todos lugares
nunca se acaba pois
centelha boa como água
que flui do rio
mesmo sujo turvo
um dia foi alegre
cheio de vida
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