No desalento do meu dia escrevo palavras ao vento as
No desalento do meu dia
escrevo palavras ao vento
as arvores abrem seu manto
para calar meu tormento
As mãos que meus desabafos escrevem
se encontram agora vazias
das amizades variadas
de traições tão deslavadas
e infinita hipocrisia
Foi nesse falso encanto
que me vestiu de ilusão
Como um verso que sangra
dentro do meu coração
Pois alguns pertensos amigos
oportunistas, desleais
nas costas
me cravaram seus punhais
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Por trás das arvores
Depois dos montes
A lua se esconde
Atrás de casa
Na minha frente
Eu vejo de longe
Em alguma esquina
Na mesma praça
De sempre
Calmo
Calmo,
passa o vento, entre árvores e casas
Cantando em silêncio, a canção de uma só melodia
Tão leve e tão lento, que nem parece vento
Trás inspiração, deixando poesia
C…
Ave ufana de Pátrias
Ave ufana de Pátrias
Araponga sem-vergonha,
fica nas restantes árvores escondida
gritando aos setes ventos
uma rima forte e partida.
Araponga brincalhona
na janela …