E aqueles que por obras valerosas Se vão da
E aqueles que por obras valerosas
Se vão da lei da morte libertando:
Cantando espalharei por toda a parte,
Se a tanto me ajudar o engenho e arte.
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E sou já do que fui tão diferente
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Erros meus, má Fortuna, Amor ardente
Em minha perdição se conjuraram;
Os erros e a Fortuna sobejaram,
Que para mim bastava Amor somente.
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Pouco sabe da tristeza quem
Pouco sabe da tristeza quem, sem remédio para ela, diz ao triste que se alegre; pois não vê que alheios contentamentos a um coração descontente, não lhe remediando o que sente, lhe dobram o que padece.
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Nos perigos grandes, o temor
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No mundo quis um tempo que se achasse
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Mas o que é Deus
… Mas o que é Deus, ninguém o entende, que a tanto o engenho humano não se estende”.
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