Eu sempre gostei muito de dizer tudo o que me vem à boca”.
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(Elogio da Loucura)
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E que necessidade havia de vo-lo dizer? O meu rosto já não o diz bastante?
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Dizei-me por obséquio: um homem que odeia a si mesmo poderá, acaso, amar alguém? Um homem que discorda de si mesmo poderá, acaso, concordar com outro? Será capaz de inspirar alegria aos outros quem te…
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E porque, segundo o meu costume, não hei de vos falar mais livremente? Dizei-me, por favor: serão, talvez, a cabeça, a cara, o peito, as mãos, as orelhas, como partes do corpo reputadas honestas, que …
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Porque como escreveu Erasmo no Elogio da Loucura
Às vezes é preciso ser louco pra dizer o óbvio
Loucura
Loucura: “sou filha do prazer e o amor livre presidiu ao meu nascimento”.
(Elogio da Loucura)