Eu te chamava de meu peixinho
Eu te chamava de meu peixinho, e te fiz juras eternas de amor,
somos tão crianças ainda e nem temos esperanças,
Naninha bailarina borboleta, fascinou meu coração,
e hoje nem me importo com os dias não contados,
a exato um ano acordei morto numa dessas noites de sábado,
um homem é feito de sonhos, e você já tem a quem amar,
e veja só, eu também tenho um novo amor, com certeza melhor,
mas os medos ainda afligem meu coração poeta,
deste bendito sonho que me trouxe a vida,
espero nunca acordar, mas na minha realidade morta
não amor pra se viver, não há paz ou prazer de ser feliz,
case-se comigo novo amor, e traga contigo o punhal prateado,
no dia que me deixares eu morrerei, e obrigado Naninha,
a infelicidade que me destes me fez homem.
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