Eu sempre me fascinei com o matemático indiano Srinivasa Ramanujan
Eu sempre me fascinei com o matemático indiano Srinivasa Ramanujan.
Ele dizia que para resolver seus intricados teoremas era movido apenas pela beleza das equações.
Na poesia também é assim.
É uma espécie de exercício do não dizer, mas que nos dilata de beleza quando acabamos de ler um poema.
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Antes que o mundo acabe,
deita-te e prova
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Que se fez na minha boca
Enquanto o mundo grita
Belicoso…
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E de flores…
Há sonhos que devem ser ressonhados
Há sonhos que devem ser ressonhados, projetos que não podem ser esquecidos…
#hilst#hilda#hildahilst
Como se te perdesse nos trens
Como se te perdesse nos trens, nas estações
Ou contornando um círculo de águas
Removente ave, assim te somo a mim:
De redes e de anseios inundada
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Amar
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Mas tem som de sorriso.