E no frigir da manhã Os sonhos flambados Ao verdor
E no frigir da manhã
Os sonhos flambados
Ao verdor do alecrim
O bonsai de flamboyant
Desperta amor em mim.
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Quando eu saí de casa, bem que o coração me avisou Leva um guarda-chuva que hoje pode ser Que chova amor, que chova amor
Quando eu saí de casa, bem que o coração me avisou
Leva um guarda-chuva que hoje pode ser
Que chova amor, que chova amor
Mas eu não dei ouvidos, saí desprevenido
Achei que nunc…
Ainda que esta seja a última dor que ela me causa
Ainda que esta seja a última dor que ela me causa,
e estes sejam os últimos versos que eu lhe escrevo.
Qualquer coisa entre nós, Vem crescendo pouco a pouco E já não nos deixa sós Isso vai nos deixar loucos…
Qualquer coisa entre nós,
Vem crescendo pouco a pouco
E já não nos deixa sós
Isso vai nos deixar loucos…
Se é amor, sei lá…
Só sei que sem você, parei de respirar
E…
Será que vai ter o dia De eu ter
Será que vai ter o dia
De eu ter sua companhia
E nunca mais ver você ir embora
Tu és a matéria plástica de meus versos
Tu és a matéria plástica de meus versos, querida…
Porque, afinal,
Eu nunca fiz meus versos propriamente a ti:
Eu sempre fiz versos de ti!