A memória é o essencial, visto que a literatura está feita de sonhos e os sonhos fazem-se combinando recordações.
A realidade apenas se forma na memória; as flores que hoje me mostram pela primeira vez não me parecem verdadeiras flores.
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Uma cabeça sem memória é uma praça sem guarnição.
Toda a teoria sobre a memória implica uma pressuposição sobre o ser do passado.
A memória sabe de mim mais que eu, e ela não perde o que merece ser salvo.
Quando o interesse diminui, com a memória ocorre o mesmo.
A memória é muitas vezes a qualidade da estupidez; ela caracteriza geralmente os espíritos pesados, os quais torna ainda mais pesados, mercê da bagagem com que os sobrecarrega…