Não se tem razão quando se diz que o tempo cura tudo: de repente, as velhas dores tornam-se lancinantes e só morrem com o homem.
Silêncio, prova eloquente de desdém, de desamor. Quem ama faz-se presente, numa carta, numa flor.
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Talvez dor e amor sejam sinônimos.
Quando o desamor chega, os olhos não conseguem disfarçar.
O maior atestado de desamor é o gesto amoroso forçado.
Algumas dores são passíveis de cura!
São os livros que nos causam os maiores prazeres e os homens quem nos causa as maiores dores.