Não se tem razão quando se diz que o tempo cura tudo: de repente, as velhas dores tornam-se lancinantes e só morrem com o homem.
Talvez dor e amor sejam sinônimos.
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Lamentar uma dor passada no presente é criar outra dor e sofrer novamente.
Viver em meio ao desamor faz a vida parecer apenas um mero favor.
Hoje em dia eu me surpreendo, com tanto amor e desamor ao mesmo tempo.
Silêncio, prova eloquente de desdém, de desamor. Quem ama faz-se presente, numa carta, numa flor.
A dor até pode ser intensa, mas um dia ela passará, nada é pra sempre.