Morrer é pouco
Morrer é pouco, é fácil; mas ter vida
Delirando de amor, sem fruto ardendo,
É padecer mil mortes, mil infernos.
Quase tudo que é raro
Quase tudo que é raro, estranho, ilustre, da vaidade procede. Nas paixões a razão nos desampara. A frouxidão no amor é uma ofensa. Quem é muito amado, não é muito amante.
#bocage#ofensa#amantes#vaidadeNoite tempestuosa
Noite tempestuosa
O céu das opacas sombras abafado,
Tornando mais medonha a noite feia,
Mugindo sobre as rochas, que salteia,
O mar em crespos montes levantado;
Desfeito …
Fantasmas do Terror (
Fantasmas do Terror (…)
Tristes combinações (…)
Já não sois meus tiranos
O autor aos seus versos
O autor aos seus versos
Chorosos versos meus desentoados,
Sem arte, sem beleza e sem brandura,
Urdidos pela mão da Desventura,
Pela baça Tristeza envenenados:
Vede a luz,…
Amores vêm e vão
Amores vêm e vão, mas o verdadeiro amor nunca sai do coração.
#verdadeiro#desgasta#amor#bocage#nuncaLiberdade querida e suspirada
Liberdade querida e suspirada, Que o Despotismo acérrimo condena; Liberdade, a meus olhos mais serena, Que o sereno clarão da madrugada! Atende à minha voz, que geme e brada Por ver-te, por gozar-te a…
#adversidade#bocageNascemos para amar; a Humanidade
Nascemos para amar; a Humanidade
Vai, tarde ou cedo, aos laços da ternura.
Tu és doce atractivo, oh fermosura,
Que encanta, que seduz, que persuade.
Quantas vezes, Amor, me ten…
Liberdade, onde estás? Quem te demora? Quem faz que o teu influxo em nós não Caia? Porque (triste de mim!) porque não raia
Liberdade, onde estás? Quem te demora?
Quem faz que o teu influxo em nós não Caia?
Porque (triste de mim! ) porque não raia
Já na esfera de Lísia a tua aurora?
Da santa redençã…
Quase tudo que é raro
Quase tudo que é raro, estranho, ilustre, da vaidade procede.
Nas paixões a razão nos desampara.
A frouxidão no amor é uma ofensa.
Quem é muito amado, não é muito amante.