Frágil
Frágil…
Sou frágil,
como asas de borboletas,
mas tenho a coragem da águia
que voa sem medo
e mesmo sem destino,
nada teme.
by/erotildes vittoria
Perfume
Perfume…
Com amor,
podemos perfumar a vida,
mas como um frasco de perfume,
cabe a cada um de nós
criar e armazenar em si
notas de cabeça, as voláteis,
as nota…
Não importa a idade
Não importa a idade, se criança ou adulto porque só aprendemos a caminhar sozinhos quando o medo de cair, for eliminado.
by/erotildes vittoria
Procurando
Procurando…
Eu procurei qualquer coisa,
mas não era qualquer coisa
que me faria silenciar.
Abri a porta dos fundos
e soltei os fantasmas
que não desejavam mais
(…Continue Lendo…)
Perfume
Perfume…
Se o perfume da vida foi esquecido,
volte no tempo
e deixe a rosa lembrar
da fragrância ainda presente,
nas entrelinhas
que marcaram tantos momentos.
(…Continue Lendo…)
Diferença
Diferença…
Uma flor
que se curva
em um mundo
de indignação
indiferente, alheio,
mas ela também,
indiferente,
não se deixa triste
e tampouco,
…
O tempo passa
O tempo passa, a vida fica sem graça, e acabamos descobrindo
que somos, o nosso problema.
do te meu texto - Somos, o nosso problema
Avaliando a vida…
Avaliando a vida…
Somente quando a natureza mostra com nitidez como vamos conduzindo nossa vida, diminuímos o passo para avaliar o que ainda está valendo manter nessa corrida desenfreada que foi…
Se soubesse o quanto dói
Se soubesse o quanto dói
talvez nem ficasse por aqui,
mas saudade
não tem noção do que é doer
dorme serena imaginando
que a quero perto de mim…
do meu poema - Helena
Quanta poesia há no coração do homem
Quanta poesia há no coração do homem, na lei da natureza, na defesa do indefeso, no amor incondicional!
by/erotildes vittoria/4 de janeiro de 2016/12:01
Julgar é inconcebível
Julgar é inconcebível, deveríamos saber mais sobre o que há dentro de nós, sobre aquele lago de águas negras que o espelho não mostra porque é indulgente.
by/erotildes vittoria
Um homem livre
Um homem livre, voa sem rumo, qualquer lugar será sua pátria porque a liberdade, mora nele.
by/erotildes vittoria