Olhando Filhos…
Olhando Filhos…
Queria ser criança.
E, de novo, inocentar-me…
Sem mundo nos ombros…
Não fumo.
Não fumo.
E eu finjo ser quase rico,
Fazendo pose de cigarro,
Pernas cruzadas jurando,
Papel e palha em brasas,
Fumaça fugindo da boca,
Carvão dentro do peito,
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Quem Sou? Cansou…
Quem Sou? Cansou…
Não seja outro.
Seja você mesmo.
E começa a confusão…
Triste Dia Chuvoso…
Triste Dia Chuvoso…
À janela, olho a chuvarada…
Também vejo, no vidro, olhos, meus.
Pingos descem… Ou são lágrimas, minhas?
Viagem…
Viagem…
Máquina do tempo,
Tem vários apelidos.
Um deles é poesia.
Saco Cheio.
Saco Cheio.
Saco vazio,
Não para em pé?
Mas eu quero é voar.
Placas na Praia…
Placas na Praia…
Água "própria".
E na propriedade,
A prosperidade…
Natal de Quem
Natal de Quem?
Papai Noel?
Não esqueça o
Papai do céu!
Jejum?
Jejum?
No café, ilusões.
Fantasias no almoço.
Pra dormir, sonho…
Armadilha…
Armadilha…
Sensualizando,
Acabei ridicularizando.
Serei eu, a penas…