[…] E perto do fogão a lenha, sentindo o calor do tacho quente a me aquecer no inverno sorriria, saboreando as delícias feitas pela poetiza.
Com um pedaço generoso de bolo de milho com queijo às mãos e rodeado por vários cães e gatos manhosos, por todos os lados que olhasse, me lembraria de Minas!
Fragmento do poema
"De Goiás a Brasília –
Memórias de Minas Gerais".
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Cora Coralina
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Minha doce Ana
humildade que encanta
das suas mãos
a doce profissão.
Transformou a doçura em palavras
e palavras em poesia
e poesia em sentiment…
Cora coralina
Cora coralina
Que desde menina
Mesmo sem ser muito letrada
Conseguiu abismar a moçada educada
Seus versos simples!!
Como de uma cabocla
Desse imenso Brasil
V…
Sou espiga e o grão que retornam à terra
Sou espiga e o grão que retornam à terra.
Minha pena (esferográfica) é a enxada que vai cavando,
é o arado milenário que sulca.
Meus versos têm relances de enxada, gume de foice
(…Continue Lendo…)
Sempre se acha ser Cora Coralina… No cerrado.
Sempre se acha ser Cora Coralina… No cerrado.
Luciano Spagnol
Cerrado goiano
A escola valoriza mais quem não precisou dela para prosperar
A escola valoriza mais quem não precisou dela para prosperar. Cora Coralina estudou só três anos, e seu reconhecimento é notório. Logo teremos um alunado honoris causa.
#poemas#claudeciferreiradeandrade#coracoralina[…] gente que a gente nunca viu, mas se sente bem ao ver pela primeira vez, e é como se as conhecesse desde sempre.
[…] gente que a gente nunca viu, mas se sente bem ao ver pela primeira vez, e é como se as conhecesse desde sempre.
Fragmento do poema
"De Goiás a Brasília –
Memórias de Minas Gerais".