Incógnita de: José Ricardo de Matos Pereira
Incógnita
de: José Ricardo de Matos Pereira
Sempre quando o vulto do desejo paralisa alguns sentidos,
quando a seiva afoga na face a pretensão, e,
o, sentir escorrer pela pele saberás que ainda penso em ti,
que sua voz açoita, a solidão e
teu sorriso me faz abrir os olhos para um novo dia…
Te amo em devaneios…
Te amo acordado…
Te amo apenas por existir:
fagulhas de meu sentimento…
O verbo amar me consumir…!
Mensagens Relacionadas
Nada é tão confuso
Nada é tão confuso.
Nós mesmo que,
tornamos mais difícil.
Pela perplexidade, incerteza,
indecisão, dúvidas.
Uma vez
“Uma vez, li em um livro de poesias antigo, que Yelda é o nome que se dá para uma noite sem estrelas, na qual aqueles que sofrem por um amor perdido ou distante permanecem acordados, suportando e enca…
#ocacadordepipas#poesias
Já vivi
Já vivi, e vi de tudo um pouco.
Só ainda não encontrei, alguém
que seja tão compatível a mim.
Raro
Raro
Nada fala,
apenas
para e repara;
que o tempo é curto,
e a voz atrapalha.
Olha,
sinta o agora,
o amanhã
já é outra cor,
e vai embora…
(…Continue Lendo…)
O passo que ninguém quer dar
Mas o que é a morte
Senão o próximo passo.
Aquele que tememos,
Mas que um dia todos damos,
Ainda que contra a vontade.
Com medo de ver o fim,
Paralizados pela consc…
Poesia da fria morte
A morte
fria
deixa quente
a sensação de vazio
que toma conta
de quem fica
de quem parte
para parte alguma
de quem com a vida
se revolta
e re…