SONETO CLXXXII - A Lua Sem Ti
SONETO CLXXXII - A Lua Sem Ti
De que vale o luar sem teus olhinhos
Que cintilam em coro, luzes belas.
São meus sonhos tão tristes, tão sozinhos
Como a noite é assombrosa sem estrelas!
Qual demência, qual falta de carinhos
Que me embala em delírios, em mazelas.
Já não cantam p’ra mim os passarinhos
As tristezas, que fiz p’ra merecê-las!
Não me valem canções sem o teu sussurro
Nem poesias da noite que me cobre e
O universo é vazio, frio e escuro!
Que me abraces, ò Orfeu, amigo nobre
Pois nos céus cobrirei o manto puro
De quem não julgará o rico, nem o pobre!
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