Já me matei faz muito tempo Me matei quando o tempo era escasso E o que havia entre o tempo e o espaço Era o de sempre Nunca mesmo o sempre passo
Já me matei faz muito tempo
Me matei quando o tempo era escasso
E o que havia entre o tempo e o espaço
Era o de sempre
Nunca mesmo o sempre passo
Morrer faz bem á vista e ao baço
Melhora o ritmo do pulso
E clareia a alma
Morrer de vez em quando
É a única coisa que me acalma
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quando eu vi você
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de dentro de um diamante
e meu olho ganhasse
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ainda ontem convidei um amigo para ficar em silencio comigo
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convidei um amigo
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comigo
ele veio
meio a esmo
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nascemos em poemas diversos destino quis que a gente
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