AMOR 1985 - AMAR SE APRENDE AMANDO
AMOR
1985 - AMAR SE APRENDE AMANDO
O ser busca o outro ser, e ao conhecê-lo
acha a razão de ser, já dividido.
São dois em um: amor, sublime selo
que à vida imprime cor, g…
Os impactos de amor não são poesia
Os impactos de amor não são poesia.
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Nossa capacidade de amar é limitada
Nossa capacidade de amar é limitada, e o amor infinito; este é o drama.
#inicio#famosos#maximas#efeito#pessoas#namoro#acaba#motivacao#amor#carlosdrummonddeandradeO quarto em desordem.
O quarto em desordem.
Na curva perigosa dos cinquenta
derrapei neste amor. Que dor! que pétala
sensível e secreta me atormenta
e me provoca à síntese da flor
que não se s…
O antigo amor, porém, nunca fenece e a cada dia surge mais amante.
O antigo amor, porém, nunca fenece
e a cada dia surge mais amante.
Mais ardente, mas pobre de esperança.
Mais triste? Não. Ele venceu a dor,
e resplandece no seu canto obscuro,…
Amor Comer sem fome, amar sem desejo, é tudo a mesma coisa.
Amor
Comer sem fome, amar sem desejo,
é tudo a mesma coisa.
A UM AUSENTE
A UM AUSENTE
Tenho razão de sentir saudade,
tenho razão de te acusar.
Houve um pacto implícito que rompeste
e sem te despedires foste embora.
Detonaste o pacto.
Det…
Domingo O tédio e a diversão múltipla dos domingo amam entrelaçar-se.
Domingo
O tédio e a diversão múltipla dos domingo amam entrelaçar-se.
Eu te amo porque não amo bastante ou demais a mim
“Eu te amo porque não amo
bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo.”
Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade
Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade.
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E sou meu próprio frio que me fecho
longe do amor desabitado e líquido,
amor em que me amaram, me feriram
sete vezes por dia em sete dias
de sete vidas de ouro,
amor, f…
Este o nosso destino
Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
pacie…
que pode uma criatura senão
que pode uma criatura senão, entre criaturas, amar?
Amar e esquecer, Amar, desamar, amar?
Sempre, e até de olhos vidrados, amar?…