Não quero a meia-luz
Não quero a meia-luz, não quero a cara bem feita, não quero o expressivo.
Quero o inexpressivo.
Quero o inumano dentro da pessoa; não, não é perigoso, pois de qualquer modo a pessoa é humana, não é preciso lutar por isso: querer ser humano me soa bonito demais.
in A Paixão Segundo GH.
pág 157
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