Há uma depravação do intelecto não menos real
Há uma depravação do intelecto não menos real do que a depravação do caráter, e é tão possível a uma estar associada às qualidades morais mais elevadas, como à outra coexistir com as capacidades intelectuais mais extraordinárias.
(Aforismos e afins)
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Cada dia é tão só-um!
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Quanto mais de mim me espanto
Mais o tédio □
(escrito em 17.5.1913), In Poesia)
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