O lampi o A janelinha de acetilene do
O lampião
A janelinha de acetilene do lampião da esquina tinha uma luz que não era a do dia nem a da noite… a mesma luz que banhava as pessoas, animais e coisas que a gente via em sonhos… aquela mesma luz que deveria enluarar, mais tarde, as janelas altas do outro mundo…
( in: Sapato Florido, 1948.)
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Todos os jardins deviam ser fechados,
com altos muros de um cinza muito pálido,
onde uma fonte
pudesse cantar
sozinha
entre o vermelho dos cravos.
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Réplica de Mírian Rebeca: realmente Mário!
Não é troca mas entrega.
Se o dou, ainda a mim pertence
Mas quando recebem
Será…
Mario Quintana… O que se falar a seu respeito, será pouco… Realmente deixou saudade… Osculos e amplexos, Marcial
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Poetas que somos,
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Quem ama inventa as coisas a que ama…
Talvez chegaste quando eu te sonhava.
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''Vontade de escrever quatorze versos…
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Não sou uma mãe politicamente correta
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