O lampi o A janelinha de acetilene do
O lampião
A janelinha de acetilene do lampião da esquina tinha uma luz que não era a do dia nem a da noite… a mesma luz que banhava as pessoas, animais e coisas que a gente via em sonhos… aquela mesma luz que deveria enluarar, mais tarde, as janelas altas do outro mundo…
( in: Sapato Florido, 1948.)
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Não tenho vergonha de dizer que estou triste,
Não dessa tristeza ignominiosa dos que, em vez de se matarem, fazem poemas:
Estou triste por que vocês são burros e feios
E não morrem n…
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Os guarda-chuvas perdidos… onde vão parar os guarda-chuvas perdidos? E os botões que se desprenderam? E as pastas de papéis, os estojos de pince-nez, as maletas esquecidas nas gares, as dentaduras pos…
#diversos#quintana#marioquintana#marioENTRE NUVENS DE ALGODÃO
ENTRE NUVENS DE ALGODÃO
Se for me beijar, que seja
Por um querer a mais.
Eu brigo todas às vezes
Com meu eu…
Pois tu me queres por debaixo
Das marquises e das ponte…
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Quando Mário Quintana revelou esse relato filosófico sobre as borboletas ele foi sútil, justamente pra não lhe dizer cuide de sua aparência, cuide de sua intelectualidade, cuide de sua estética de se …
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Traduzir um olhar às vezes
Pode ser a pior ideia.
Nem todos os homens
Estão preparados para as verdades que os arrodeiam…
Reinvento do soneto XX de Mario Quintana
Reinvento do soneto XX de Mario Quintana
Estou deitado sob o gramado…
Olhando para a imensidão do céu.
De ilusões e mistérios estou farto,
Eu nada mais almejo, ou espero!
(…Continue Lendo…)