O lampi o A janelinha de acetilene do
O lampião
A janelinha de acetilene do lampião da esquina tinha uma luz que não era a do dia nem a da noite… a mesma luz que banhava as pessoas, animais e coisas que a gente via em sonhos… aquela mesma luz que deveria enluarar, mais tarde, as janelas altas do outro mundo…
( in: Sapato Florido, 1948.)
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É com tão radiante alegria…
Que lhe agradeço, em poesia,
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#ricardofonseca#mario#diversos#quintanaDorme
Dorme, ruazinha…
É tudo escuro…
E os meus passos, quem é que pode ouvi-los?
Dorme o teu sono sossegado e puro,
Com teus lampiões, com teus jardins tranquilos.
Dorme…
(…Continue Lendo…)
Verdades
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Traduzir um olhar às vezes
Pode ser a pior ideia.
Nem todos os homens
Estão preparados para as verdades que os arrodeiam…
Mario Quintana
Mario Quintana
Desde a infância
conheceu a dor e a solidão:
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As primeiras produções literárias
no âmbito de um colégio militar
trabalhando para…
Não tenho vergonha de dizer que estou triste
Não tenho vergonha de dizer que estou triste,
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Estou triste por que vocês são burros e feios
E não morrem n…