O lampi o A janelinha de acetilene do
O lampião
A janelinha de acetilene do lampião da esquina tinha uma luz que não era a do dia nem a da noite… a mesma luz que banhava as pessoas, animais e coisas que a gente via em sonhos… aquela mesma luz que deveria enluarar, mais tarde, as janelas altas do outro mundo…
( in: Sapato Florido, 1948.)
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Mario Quintana certa vez classificou os sonhos como um despertar interno. Digo não importar quais sejam os seus, a verdade é que devem ser perseguidos. Neste dia especial quero compartilhar este momen…
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Mario Quintana
Desde a infância
conheceu a dor e a solidão:
a perda de seus pais.
As primeiras produções literárias
no âmbito de um colégio militar
trabalhando para…
Ao soneto V e XXI de Mario Quintana
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Em ‘’A rua dos cataventos’’
Meu querido Mario Quintana
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Que lhe agradeço, em poesia,
Pelo ilustre convite q…
Parafraseando o ballet com Mario Quintana
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Eu pessoa que despertas…
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por mão na mão
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riscaste um sorriso
no meu sorriso
sem…
ENTRE NUVENS DE ALGODÃO
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Se for me beijar, que seja
Por um querer a mais.
Eu brigo todas às vezes
Com meu eu…
Pois tu me queres por debaixo
Das marquises e das ponte…
Os guarda-chuvas perdidos
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