Mario Quintana: espalhe que o amor não é banal
Mario Quintana: espalhe que o amor não é banal
Réplica de Mírian Rebeca: realmente Mário!
Não é troca mas entrega.
Se o dou, ainda a mim pertence
Mas quando recebem
Será dos dois e o amor vence.
Nele descanso
Nele me canso.
Nele respondo
Mas também me escondo.
Porque não é feito
Só de coisas boas.
Ele está quando pratico
Minha confusão de pessoa.
Ao ser eu mesma
Espontânea
Erro muito
Mas sou simultânea.
Pois dei o meu verdadeiro
Mesmo sem nada esperar
O que é inteiro
Outro inteiro encontrará.
Mas não um inteiro perfeito
E sim um inteiro humano
O qual pode ter defeito
E também ser profano.
É aí que o amor existe
E insiste em ser real
Arriscando às imperfeições
Mas sendo humano no final.
Então acredite no Mário
Quando diz que "não é banal".
Não existirá pra quem fique no armário
Mas somente pra quem for real.
PS:
Vale pra qualquer tipo de relação!
Na minha humilde opinião!
Mensagens Relacionadas
Dorme
Dorme, ruazinha…
É tudo escuro…
E os meus passos, quem é que pode ouvi-los?
Dorme o teu sono sossegado e puro,
Com teus lampiões, com teus jardins tranquilos.
Dorme…
(…Continue Lendo…)
Não tenho vergonha de dizer que estou triste
Não tenho vergonha de dizer que estou triste,
Não dessa tristeza ignominiosa dos que, em vez de se matarem, fazem poemas:
Estou triste por que vocês são burros e feios
E não morrem n…
Ao soneto V e XXI de Mario Quintana
Ao soneto V e XXI de Mario Quintana
Em ‘’A rua dos cataventos’’
Meu querido Mario Quintana
É com tão radiante alegria…
Que lhe agradeço, em poesia,
Pelo ilustre convite q…
O Sorriso
O Sorriso
"Nada custa, mas acrescenta muito.
Enriquece os recebedores sem empobrecer os doadores.
Dura apenas um segundo, mas muitas vezes a memória o guarda para sempre.
Traz …
Quando Mário Quintana revelou esse relato filosófico sobre
Quando Mário Quintana revelou esse relato filosófico sobre as borboletas ele foi sútil, justamente pra não lhe dizer cuide de sua aparência, cuide de sua intelectualidade, cuide de sua estética de se …
#jefferson#diversos#mario#quintanaO vento vinha ventando Pelas cortinas de tule
O vento vinha ventando
Pelas cortinas de tule.
As mãos da menina morta
Estão varadas de luz.
No colo, juntos, refulgem
Coração, âncora e cruz,
Nunca a água foi tão …