Reinvento do soneto XX de Mario Quintana
Reinvento do soneto XX de Mario Quintana
Estou deitado sob o gramado…
Olhando para a imensidão do céu.
De ilusões e mistérios estou farto,
Eu nada mais almejo, ou espero!
Deixei o meu relógio jogado.
Delícia de ficar assim, deitado…
Sem ter futuro ou passado,
A só divagar e vos apreciar:
Nuvens… sol doirado…sob a garoa
Encantadora das gotas de orvalho!
‘’Pra que se preocupar com o fim?
Se por si mesmo ele vêm a mim?’’
Este céu que tende num declínio…
Nos unem, num doce e grave arrepio.
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O papel me olho com deboche
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