Era fim de outubro
Era fim de outubro, em ano resseco.
Um cachorro soletrava, longe, um mesmo nome, sem sentido.
E ia, no alto do mato, a lentidão da lua.
(A hora e a vez de Augusto Matraga)
Mensagens Relacionadas
1. Sou figura reduzida e de pouco aparecimento.
2. Quase que nada sei, mas desconfio de muita coisa.
3. Quem rala no aspro não fantaseia.
Sempre vem imprevisível o abominoso
Sempre vem imprevisível o abominoso? Ou: os tempos se seguem e parafraseiam-se. Deu-se a entrada dos demônios.
#rosa#guimaraesrosa#poemas#guimaraesGostava dela
Gostava dela, muito…Mais do que ele mesmo dizia, mais do que ele mesmo sabia, de maneira que a gente deve gostar. E tinha uma força grande, de amor calado, e uma paciência quente, cantada, para chamar…
#poemas#guimaraesrosa#guimaraes#rosa
Eu sou é eu mesmo
Eu sou é eu mesmo. Divirjo de todo o mundo…
Eu quase que nada não sei. Mas desconfio de muita coisa.
X. Sequência:
X. Sequência:
“Suas duas almas se transformavam? E tudo à sazão do ser. No mundo nem há parvoices: o mel do maravilhoso, vindo a tais horas de estórias, o anel dos maravilhados. Amavam-se”
…
Mas eu gostava dele
Mas eu gostava dele, dia mais dia, mais gostava. Digo o senhor: como um feitiço? Isso. Feito coisa-feita. Era ele estar perto de mim, e nada me faltava. Era ele fechar a cara e estar tristonho, e eu p…
#rosa#guimaraes#poemas#halloween#guimaraesrosa