Quando eu morrer
Quando eu morrer, não jogue palavras ao vento,
Não fale nada que não falou enquanto estava presente,
Não me jogue confetes nem serpentinas…
Guarde suas lágrimas para quando estiver com dores…
Lágrimas serão inúteis já que nem ali estou…
Não se jogue sobre meu ataúde clamando minha falta
Será ridículo e sem graça…
Se; quando precisei esses braços estavam cruzados…
Use óculos bem escuros te salvará de verem teu sentir real.
Por mim… Não quero choro nem velas nem sequer a famosa
Fita amarela… (risos).
Basta um caixão estreito desses que não tem alças…
Tão simples como eu… Fores! Deixem-nas vivas…
Morrerão enfeitado o chão em vez de florear o alvorecer…
Porém se algo por me sentires ora a DEUS por mim…
Pois meu espírito vivo e poético vai agradecer…
Beijinhos no ombro e xau…
Luly Diniz.
12/06/14.
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